Especialidade Parábolas de Jesus é uma das novas especialidades do Novo Manual de Especialidades 2025, venha conferir os itens e adicionar mais essa especialidade na sua faixa!

Especialidade Parábolas de Jesus
1. Por que é comparado a um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha, todo aquele que ouve as palavras de Cristo e as pratica?
R: Referência: Mateus 7:24-27. Ao praticar os ensinamentos de Cristo, ele estabelece um fundamento sólido e inabalável (a “rocha”) para sua vida. Assim como uma casa edificada na rocha resiste às tempestades, a vida dele resistirá às provações e dificuldades (as “chuvas” e “ventos”).
2. Por que na parábola do semeador, a mensagem da palavra do reino é comparada a uma semeadura? Como fazer para se tornar a semente lançada em boa terra?
R: Referência: Mateus 13:3-9. A Parábola do Semeador utiliza a semeadura como metáfora principal porque ela ilustra de forma simples e poderosa a natureza da pregação do Evangelho do Reino e seus resultados no coração das pessoas, ou seja, sua rejeição ou aceitação.
3. Por que não foi permitido arrancar o joio que foi plantado no campo de trigo?
R: Referência: Mateus 13:24-30. Devemos ter em mente que o joio é muito semelhante ao trigo, por isso, a explicação para a ordem de não arrancar o joio está centrada no risco de danificar ou eliminar a o trigo no processo. Assim, vemos que os seres humanos (os servos) não têm o discernimento perfeito para saber quem é joio (filhos do Maligno) e quem é trigo (filhos do Reino). A separação final é reservada para a ceifa (o fim das eras), quando o juízo será executado pelos ceifeiros (os anjos) sob as ordens do Filho do Homem (Jesus). Somente Ele tem o conhecimento e a autoridade para julgar e separar perfeitamente os justos dos ímpios.
4. Que similaridade existe entre a parábola do grão de mostarda e a parábola do fermento?
R: Ambas ilustram o crescimento e a expansão do Reino dos Céus a partir de inícios modestos ou pequenos. O grão de mostarda é uma das menores sementes, mas cresce e se torna uma grande árvore, simbolizando a expansão visível e o alcance do Reino. E o fermento é uma pequena porção escondida na massa, mas sua influência se espalha silenciosamente até levedar toda a massa, simbolizando o poder transformador e invisível do Reino que se propaga em tudo.
5. Explicar as seguintes parábolas:
a) Parábola do tesouro escondido;
R: Referência: Mateus 13:44. O tesouro simboliza o Reino dos Céus (a salvação, a vida em Cristo). O homem representa a pessoa que descobre o Reino de Deus, que é de valor incalculável, tão precioso que vale o sacrifício de abrir mão de tudo o que se tem no mundo para tê-lo. A alegria da descoberta motiva a decisão de desapego radical. Não se trata de comprar a salvação, mas de reconhecer o seu valor supremo e dar-lhe a prioridade absoluta na vida.
b) Parábola da pérola;
R: Referência: Mateus 13:45-46. A pérola representa o Reino dos Céus (a salvação em Jesus Cristo). O negociante simboliza a pessoa que busca a verdade e, ao encontrá-la, reconhece seu valor. O Reino de Deus é o bem mais valioso que existe. Ao encontrá-lo, a resposta natural é a entrega total e a renúncia de todos os bens e prioridades terrenas, porque nada se compara àquilo que foi encontrado.
c) Parábola da rede;
R: Mateus 13:47-50. A Rede é o Evangelho que é lançado ao mundo, reunindo pessoas de todas as espécies (os genuínos seguidores de Cristo e os falsos seguidores). O Mar é o mundo. O ato de puxar a rede para a praia e separar simboliza o Fim dos Tempos e o Juízo Final. Os Anjos farão a separação final, tirando os maus do meio dos justos. O destino dos maus é o lago de fogo, enquanto os justos entrarão no Reino de Deus. Assim, vemos que haverá um julgamento final e inevitável onde Deus fará a separação definitiva.
d) Parábola das 10 virgens;
R: Referência: Mateus 25:1-13. O Noivo representa Jesus Cristo em Sua Segunda Vinda.
As Dez Virgens representam todos os que esperam pelo Noivo, ou seja, as pessoas que professam a fé cristã.
O Azeite simboliza a presença e obra do Espírito Santo na vida do crente.
O fato de todas adormecem devido à demora simboliza que todas as pessoas sedem as tentações.
As cinco prudentes que levaram azeite de reserva em suas vasilhas representam os fiéis seguidores de Cristo, que mantiveram uma vida de comunhão com Deus.
As cinco insensatas que levaram apenas o azeite nas lâmpadas, sem reserva simbolizam os cristãos que não mantiveram uma vida de consagração a Deus.
O fato das prudentes não terem compartilhado seu óleo com as cinco néscias significa que a santificação é individual, é intransferível, ou seja, ninguém pode ceder sua salvação a outra pessoa.
O ato do fechamento da porta simboliza que depois da Segunda Vinda de Cristo nenhum ímpio será salvo. Quando o tempo do juízo chegar, a porta será fechada, e a oportunidade de entrar no Reino estará perdida para aqueles que não estiveram verdadeiramente preparados. Não haverá uma segunda chance.
A chegada do Noivo é certa, mas a hora é desconhecida: Jesus virá no momento menos esperado, por isso precisamos estar preparados.
e) Parábola dos talentos.
R: Referência: Mateus 25:14-30. O homem que viaja (Senhor) representa Jesus Cristo, que ascendeu ao céu e voltará.
Os servos representam todos os seguidores de Cristo (e, em sentido amplo, todos os seres humanos).
O talento era uma unidade de peso e uma enorme soma de dinheiro. Hoje, a palavra deriva desta parábola para significar dons, habilidades, recursos, oportunidades (tempo, dinheiro, saúde, influência) que Deus confia a cada um, segundo a sua capacidade.
Os servos que multiplicaram são louvados como “servos bons e fiéis” e são recompensados com maior responsabilidade e a alegria do Senhor.
O servo que escondeu o talento é repreendido como “servo mau e negligente”. Seu argumento de que teve medo é rejeitado. O talento é tirado dele e ele é lançado para fora.
Deus confia recursos e dons a cada um de nós de acordo com o que somos capazes de lidar, mas Ele espera um retorno.
A parábola não condena apenas a perda, mas a inutilidade e a falta de iniciativa. O maior pecado do terceiro servo foi não fazer nada com o que lhe foi dado.
A recompensa do Reino de Deus é dada àqueles que são fiéis e diligentes em usar o que receberam (seja muito ou pouco) para a glória de Deus e em benefício do Reino.
6. Por que os discípulos consideraram as palavras ditas por Cristo escritas em Mateus 15:11 como sendo uma parábola? O que significa este verso?
R: A declaração de Jesus em Mateus 15:11. “Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem”, foi vista como uma parábola pelos discípulos por ser uma verdade profunda e revolucionária que contrastava fortemente com as tradições judaicas estabelecidas.
A declaração de Jesus visava separar a impureza moral/espiritual (o pecado que procede do coração) da impureza cerimonial (regras feitas por homens ou rituais de lavagem), mas não abordava diretamente a validade das leis dietéticas de Levítico 11 (carne limpa e impura).
Mateus 15:11 ensina que a pureza do coração é superior ao ritualismo. No entanto, não elimina a responsabilidade cristã de cuidar do corpo como “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6:19), o que inclui seguir as diretrizes dietéticas de saúde bíblicas de Levítico 11. O contexto deste verno não está relacionado com animais limpos e impuros, mas sim com a tradição exagerada dos judeus por comer sem lavar as mãos meticulosamente.
7. Qual o ponto chave da parábola do credor incompassivo?
R: Referência: Mateus 18:23-35. O ponto chave da Parábola do credor incompassivo é a necessidade absoluta de perdoar os outros, da mesma forma que fomos perdoados por Deus.
8. Na parábola dos trabalhadores na vinha, o que significa o fato de todos os trabalhadores receberem o mesmo salário, sendo que uns trabalharam mais tempo que outros?
R: A parábola dos trabalhadores na vinha é um poderoso ensinamento contra a mentalidade de meritocracia na fé, enfatizando que a graça de Deus é a mesma para todos. Porque não importa se alguém seguiu a Deus por décadas e o outro apenas alguns dias, se ambos morram em Cristo, estes terão a mesma recompensa. Assim é o caso de Noé (que viveu muitos anos em comunhão com seu Redentor e do ladrão crucificado ao lado de Cristo, que se arrependeu e no ato da sua morte se reconciliou com o Redentor do Mundo. Estes dois receberão o mesmo galardão.
9. Explicar a parábola dos dois filhos. Como podemos aplicá-la aos nossos dias?
R: Referência: Mateus 21:28-32. O primeiro disse não quero ir, mas se arrependeu e foi. Já o segundo disse que iria trabalhar, porém não foi.
A história do primeiro filho oferece esperança e valida o poder do arrependimento verdadeiro. Não importa o quão errado ou desobediente tenha sido o nosso passado, o que conta é a decisão final de mudar de rumo e obedecer à vontade de Deus.
Não basta dizer: “Sim, eu creio” ou “Eu amo a Deus” se nossas ações diárias, nosso tratamento ao próximo, ou nosso serviço não refletem essa afirmação. Muitas vezes, as pessoas que fazem um grande alarde de sua fé (o segundo filho) são as mais distantes de viver o Evangelho.
Jesus conclui a parábola com uma afirmação chocante para seus ouvintes: “Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes vos precederão no Reino de Deus” (Mateus 21:31). Isso significa que aqueles que eram social e religiosamente desprezados, mas que se arrependeram e agiram, estavam mais próximos de Deus do que os líderes que mantinham uma aparência de santidade, mas eram duros de coração.
A parábola dos dois filhos serve como um espelho e uma advertência importante, aplicável a qualquer pessoa que se considere religiosa ou seguidora de Deus. Precisamos nos dispor a trabalhar no serviço de Deus, levando o Evangelho ao Mundo.
10. Na parábola dos lavradores maus, quem representa o filho do dono da vinha?
R: Referência: Mateus 21:33-46. Se o dono da vinha é Deus, seu filho é o próprio Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus que foi morto na cruz do Calvário. (João 3:16).
11. Explicar a parábola das bodas. O que representa o homem sem veste nupcial?
R: Referência: Mateus 22:1-14. Nesta parábola a veste nupcial representa a justiça necessária para entrar no Reino de Deus. O homem sem a veste simboliza:
A Hipocrisia: Ele aceitou o convite (entrou na igreja, confessou a fé), mas não se submeteu às condições do Rei. Ele entrou por um ato de graça, mas tentou permanecer por mérito próprio.
Rejeição da Justiça de Cristo: Na teologia cristã, a veste nupcial simboliza a justiça de Cristo que é dada a todos que creem (Romanos 13:14; Colossenses 3:10). O homem representa aquele que tenta entrar no Reino com a sua própria “roupa suja” (suas próprias obras ou justiça) em vez de aceitar a justiça perfeita que Cristo oferece.
A Falta de Transformação: A veste também pode representar o caráter transformado e a santidade que a fé genuína exige. O homem estava no lugar certo, mas sem a vida nova que deveria acompanhar a aceitação do convite.
12. A que se refere a parábola do bom servo e do mau?
R: Referência: Mateus 24:45-51. A parábola se refere ao período que consiste entre a ascensão de Cristo ao Céu e a Sua Segunda Vinda e é um chamado urgente para que os seguidores de Cristo vivam com integridade e diligência no Seu serviço, sabendo que a qualquer momento Ele pode retornar para acertar as contas com seus servos.
13. Encenar uma parábola de Jesus à sua escolha.
Item prático.
Especialidade totalmente RESPONDIDA pelo Líder Master Avançado Marcio Celio, criador de 18 Especialidades Novas adicionadas ao novo Manual de Especialidades.
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